Chá de sumiço

Postado dia: 19 de março de 2017


Hello, como estão? Eu não sei o que está acontecendo comigo que estou perdendo vontade até de dormir hahah, mas é sério, acho que esse ano veio como um avalanche para mim e eu tenho andado meio perdida e confusa, acho que é melhor esperar eu me acostumar com a nova rotina e a fase adulta, que eu posso só dizer que não está sendo fácil. Quer dizer, passamos nossa infância inteira querendo crescer e quando a hora chega tudo que queremos é voltar a ser criança.

Comecei a faculdade de psicologia no início desse mês e a experiência está sendo... legal. As pessoas são simpáticas, estou super me entendendo com as aulas e acho - vamos dar uma ênfase aí pois sou pessimista - que tudo vai dar certo no final.


Claramente eu estudando estatística :')

Obviamente a faculdade acabou que está ocupando minha miserável vida social, não vou prometer que vou poder postar mais muito aqui (como se eu postasse tanto assim...), não tenho mais a vontade que tinha antes para postar no blog, eu pensei que isso era apenas uma fase, mas acho que sou só eu crescendo, eu blogo há mais ou menos sete anos, e já tive três blogs aproximadamente.

Sem dizer que não consigo escrever mais nada como antes, eu tenho medo de ficar com aqueles bloqueios de escrita permanentemente, eu tenho mil ideias e não sai absolutamente nada, vazio total. O máximo que consigo escrever são textos, mas eu desejo criar mais que isso é claro. Enfim, só queria justificar minha ausência, eu tirei algumas fotos para fazer postagens aqui no blog mas estou simplesmente sem vontade para fazê-los.
Ps.: Em breve estarei postando mais uma lovestorie já que vocês gostaram tanto assim da primeira que postei :)
A gente se vê.

Abraços!

Meta de leitura para 2017

Postado dia: 30 de janeiro de 2017

Hello! Como estão esse ano? Eu estou ok, gostaria de ter postado mais em dezembro porém os últimos dois messes do ano passado foram bem difícil pra mim, quem acompanha os posts deve ter lido eu resmungando sobre minhas desgraças, vamos torcer para que esse ano seja diferente e eu não tenha recaídas e fique nadando na lagoa da tristeza novamente.

Meu natal não foi lá grandes coisas, e acabou que eu fiquei bem revoltada no Ano Novo e me recusei a comemorar decentemente. Enfim, eu meio que descobri uma das razões para eu estar tão para baixo, e era pelo motivo de ter ficado sem ler nos últimos messes, quer dizer, eu li um em cada mês - novembro e dezembro - e meu costume é ler no máximo sete. Pareceu que eu estava sem ler nada havia uns seis messes, sei lá, minha mente fica me pregando umas peças. Mas agora eu voltei aos meus costumes e a minhas inspiração que estava ausente está voltando aos poucos - e minha alegria também, diga-se de passagem.

Esse ano eu não vou poder ler tanto quanto no ano passado pois começarei a faculdade, a minha meta de livros que quero ler não está completa nem certa ainda, pois esse ano será uma caixinha de surpresas pra mim, por isso vou deixar aqui aqueles livros que tenho pelo menos certeza que vou conseguir ler. Ah, lembrando que eu já li sete.

🍁 Você pode acompanhar os livros já lidos por mim este ano, nesta lista.

♥ Corte de Espinhos e Rosas, Sarah J. Maas
Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. (...)
 ♥ Madame Bovary, Gustave Flaubert
Madame Bovary trata da desesperança e do desespero de uma mulher que, sonhadora, se vê presa em um casamento insípido, com um marido de personalidade fraca, em uma cidade do interior. Publicado originalmente em capítulos de jornal, em 1856, o romance mostra o crescente declínio da vida - interna e externa - de Emma Bovary, que figura na literatura ocidental no mesmo degrau que Dom Quixote, o personagem de Cervantes. Ambos não se conformam com a realidade em que vivem e tanto o cavaleiro da triste figura quanto a desolada dona-de-casa oscilam entre o status de herói e de anti-herói.
 ♥ Pollyanna Moça, Eleanor H. Porter (Pollyanna #2)
Pollyanna agora é uma encantadora adolescente, amada por todos os que conviveram com ela e aprenderam o Jogo do Contente. Sua fama de pessoa especial ultrapassa os limites de Beldingsville. Quando recebe um convite para passar uma temporada em Boston, novas experiências vêm enriquecer sua vida. Ela passa a conviver com pessoas interessantes, faz amizades, ensina e aprende muito, e ajuda pessoas necessitadas que vai encontrando em seu caminho. É nesse livro, também, que Pollyanna descobre o amor e experimenta a inquietação, as dúvidas e as emoções pelas quais passam as pessoas apaixonadas.
 ♥ Jane Eyre, Charlotte Brontë
Jane Eyre, órfã de pai e mãe, vive com parentes que a desprezam até ser enviada para a instituição de caridade Lowood. Apesar das inúmeras privações que enfrenta na escola, a menina leva uma vida quase feliz e se torna forte e independente. Aos 18 anos, decide partir para Thornfield e trabalhar como preceptora de Adèle, pupila do irônico e arrogante Edward Rochester. Jane Eyre narra, além de uma comovente história de amor, a saga de uma jovem em busca de uma vida mais rica do que a sociedade inglesa do século XIX tradicionalmente permitia às mulheres.
 ♥ A Moreninha, Joaquim Manuel de Macedo
Como se manter fiel ao juramento de amor feito no passado, diante de uma nova e ardorosa paixão? É o que se pergunta Augusto ao conhecer Carolina, a Moreninha.Uma resposta surpreendente será dada ao personagem nas páginas deste agradável livro de Joaquim Manuel de Macedo. Publicado em 1844, este é o primeiro romance da nossa literatura. Esta divertida história de amor retrata com perspicácia a sociedade do Rio de Janeiro do Segundo Reinado.
Abraços!

lovestories #1

Postado dia: 26 de dezembro de 2016

Nós sempre estávamos no mesmo ônibus no caminho para casa, eu sentava sempre na janela para que os ventos da estação acariciassem meu rosto. Ele entrava no ônibus sempre quando o mesmo já estava sem assentos vagos, na segunda vez que o vi, peguei-o me encarando, abri minha mochila e resgatei meu espelhinho vendo se havia algo de errado em meu rosto, nada mais que olheiras. O encarei de volta, e ambas as expressões eram vazias, nada diziam, um mistério nos rodeava, nada pensávamos.

Na terceira vez fiquei em pé para dar lugar a uma velhinha e ficamos perto um do outro, eu tinha medo de encará-lo, encarar um desconhecido. Mas então ele me olhou novamente e percebi o quanto eu queria que aquilo acontecesse, então eu olhei para ele. Ele desceu em seu ponto.

Na quarta vez ele não subiu ao ônibus, na quinta não peguei o ônibus no horário de sempre, o horário em que sempre nos encontrávamos. As férias chegaram e de vez em quando pensava naquele menino desconhecido que sempre me encarava.
No primeiro dia de volta as aulas passava muito mal, é claro que eu que me sou faltaria, mas por algum motivo eu fui, tivemos aula ao ar livre o dia inteiro e foi muito bom. Peguei o ônibus para casa e esperei ansiosamente pelo menino, devo admitir. Então ele subiu ao ônibus e pela primeira vez eu que o encarei antes, mas ele não me avistou de onde estava. Naquele dia fiquei pensando até a hora de dormir como podia estar tão empolgada com alguém que só troquei olhares e que via no ônibus, em nada daria aquilo.

Chuviscos deixaram meu cabelo engraçado no outro dia, como se estivessem pequeninos flocos de neve nele. O ônibus estava vazio nesse dia em comum, ele se sentou ao meu lado, com vários assentos vagos ao redor, no reflexo da janela vi que seu rosto me encarava, eu me virei tão cativante, ele sorriu para mim e eu retribui.
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