Adeus outono, saudações, inverno!

24 junho 2017

"Minha velha avó costumava dizer, os amigos de verão se derreterão como neves de verão, mas os amigos de inverno são amigos para sempre." - George RR Martin
Bonjour! Finalmente o inverno chegou, e já estou amando esse frio, como aqui no Rj está sempre quente, nós acabamos esquecendo as vezes de como é sentir frio (ar condicionado não conta...), apesar de que o outono esse ano nos deu um amostra grátis do que veríamos. E no começo dessa semana, estava vindo da faculdade e me deparo com essa folha lindinha da foto com esse formato inusitado caída na porta da minha casa, e logo a peguei para se juntar a minha coleção de folhas. Foi tão mágico encontrá-la, pois eu nunca fui de definir de verdade uma estação favorita minha e acabei percebendo que o outono foi bem agradável, teve dias frios e nublados e teve ensolarados com uma brisa fresca, ou seja, do jeitinho que gosto.

Então hoje, nesta postagem declaro oficialmente o outono como minha estação favorita ♥, e espero ansiosamente para presenciá-lo no próximo ano.

Bem, agora vamos dar as boas vindas para o inverno, a estação que você deve se dedicar para ficar embaixo do cobertor, assistindo doramas, séries e dormindo até tarde, e lendo muitos livros atrasados, e isso é exatamente como pretendo aproveitar minhas férias, logo, o inverno.

Antes de terminar, lembrei-me de dois livros (ambos favoritados) que li durante invernos passados e decidi recomendá-los a vocês, ambos tem o tipo de história que pode mudar seu jeito de enxergar as coisas.

O que ler:

Uma Curva No Tempo | Dani Atkins
Sinopse: A noite do acidente mudou tudo... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo. Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim... Ou funciona?
A noite do acidente foi uma grande sorte... Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou. Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?
Jardim de Inverno | Kristin Hannah 
Sinopse: Meredith e Nina Whiston são tão diferentes quanto duas irmãs podem ser. Uma ficou em casa para cuidar dos filhos e da família. A outra seguiu seus sonhos e viajou o mundo para tornar-se uma fotojornalista famosa. No entanto, com a doença de seu amado pai, as irmãs encontram-se novamente, agora ao lado de sua fria mãe, Anya, que, mesmo nesta situação, não consegue oferecer qualquer conforto às filhas.
A verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser assim distante: uma comovente história de amor que se estende por mais de 65 anos entre a gelada Leningrado da Segunda Guerra e o não menos frio Alasca. Para cumprir uma promessa ao pai em seu leito de morte, as irmãs Whiston deverão se esforçar e fazer com que a mãe lhes conte esta extraordinária história. 

Me despeço aqui, tenham um ótimo dia.
Abraços!

Magic Forest and the Enchanted Cherry Tree

15 junho 2017

Olá! Antes de mais nada, tenho que explicar do que se trata o texto abaixo. Vi uma imagem de uma cerejeira com a fala da última linha (abaixo) e acabei pensando em criar uma história com um enredo que me levaria até ela, e deu nisso, é claro que não terminei, como podem observar, mesmo assim achei um desperdício não compartilha-la por aqui.
Estava perdida, comecei a perceber que andava em círculos, então parei. Olhei ao redor, e então segui em frente, com cuidado para não parar no mesmo lugar. Gravei a roseira, a árvore com casco quebrado e um banco coberto de heras quase por completo. Talvez se Gisella estivesse aqui ela podia ter nos levado ao caminho certo, ela sempre fora a mais inteligente de nós duas, lia mais livros de aventura do que eu e com certeza saberia o que poderíamos fazer nessa hora, nós acreditávamos nos livros, é um costume de nossos antepassados.

Uma brisa fria acariciou meu rosto, olhei para o alto das árvores, e pelo sol já podia ver que estava no meio da tarde, se eu me demorasse mais um pouco teria de dormir na floresta, e uma coisa que todos nós sabíamos, é que em hipótese alguma é recomendável passar a noite nessa floresta, dizem que ela ganha vida e se vinga daqueles que maltrataram sua terra, suas plantas e flores.

Parei diante de um amontoado de galhos secos que estavam bem no meio do caminho, impedindo a minha passagem, não lembrava de ter passado por ali antes, resgatei um canivete da minha bolsa e comecei com muita relutância a tentar quebrar os galhos, como não deu certo, tentei quebrá-los com a força mísera de meus braços, felizmente os galhos se quebraram e eu comecei a passar por entre os quebrados. Havia uma luz diferente de cor e intensidade a minha frente vinda do céu, o sol estava mais alto e aquela floresta era menos assustadora que a anterior, a que eu estava a minutos atrás, ou a frente. Eu sabia que já não estava mais em Belladona, mas onde estava naquele momento?



O mapa não amostrava aquele lugar, estava definitivamente mais que perdida naquele momento e com mais calor também. Havia tantas flores ali, flores que não podiam florescer naquele tipo de terreno, peônias, girassóis, várias e várias roseiras, e até um pé de liatris. Comecei a acelerar o passo, então percebi que aquela floresta não parecia nada abandonada em comparação a outra, a grama estava em seu perfeito tamanho, aparada e verdinha, havia gotículas de água em cada planta, até nas folhas das árvores, mas se estivesse chovido eu teria escutado o barulho de onde estava já que era perto.

Me deparei a certo caminho com uma cerejeira, não havia vento ali mas ela balançava assim mesmo, dançante, e então, como se eu já não estivesse delirante o suficiente, pude apostar que ouvi-la sussurrar para mim:
— Você por acaso viu meu anjo?

É isso pessoal, até!
Abraços.

Fall, leaves, fall

05 junho 2017

Bonjour! Long time no see... Pois é, eu sumi, meu notebook ficou ruim e tive de formatá-lo, só no finalzinho do mês passado que pude usá-lo de novo normalmente. Meus arquivos ficaram na nuvem e acabei achando minhas antigas histórias dos tempos em que eu estava sempre tendo novas ideias e cheia de inspiração. Teve partes de uma história que os diálogos estavam tão bem construídos que tive de reler só para acreditar que eu os tinha escrito, o maior livro que encontrei escrito por mim tinha apenas 33 páginas, eu desistia na maioria das vezes pois acabava tendo uma ideia ainda melhor rs.

Hoje, decidi trazer uma postagem bem simples apenas para não deixar o blog parado e também porque senti falta daqui, é basicamente sobre folhas, eu tenho mania de colecionar e ainda não sei o que fazer com elas, talvez eu as coloque na parede.

BY EMILY BRONTË
"Fall, leaves, fall; die, flowers, away;
Lengthen night and shorten day;
Every leaf speaks bliss to me
Fluttering from the autumn tree.
I shall smile when wreaths of snow
Blossom where the rose should grow;
I shall sing when night’s decay
Ushers in a drearier day."

A gente se vê.
Abraços!
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